Como o próprio nome indica é mais uma 'comemoração' que importamos dos anglo-saxónicos e que o impulso consumista colectivo acarinhou!
Esta semana entrei numa livraria e demorei uns bons 5 mins a tentar perceber porque raio é que na entrada só tinha destaques de livros de romance de folhetim (ou quase), cartas de amor e coisas que tais... vejam lá o quanto eu ligo a estas coisas.
Usando o famoso cliché do natal, também podemos pensar: Dia dos Namorados é quando o 'homem' quiser! Porque raio temos que num determinado dia oferecer uma coisa ao nosso mais que tudo? Que ainda por cima o que muitas vezes acontece é que com a pressão de ter que comprar qualquer coisa se acaba por escolher uma daquelas coisas que se vendem aos milhares e que são completamente inúteis! E como eu detesto ofertas inúteis! (para além de que são gasto infinitos recursos para fazer aquelas coisas inúteis, mas isso é uma meditação que cabe no 'blog aqui do lado' :) )
Devemos presentear os nossos mais que tudo nos momentos em que temos vontade. E atenção não tem que ser com coisas elaboradas. Como se fica feliz com um simples post-it com uma mensagem de amor, colocado para eu encontrar de manhã quando estou para sair... A verdade é que nesta coisa dos afectos a convicção com que se fazem as coisas é que conta e não o quão bonito ou caro foi o presente!
Sejam criativos! Demonstrem o vosso amor sempre que tenham vontade e de forma simples e original. Não ofereçam flores só porque é dia dos namorados, ofereçam num qualquer dia porque sim, acreditam conta muito mais pontos! :)
(Nota - posição pessoal de pessoa que um dia chegou a casa e tinha projectado no prédio do lado um vídeo em jeito de declaração!)