Pensamentos, desabafos, constantações... Um pouco de free thinking sobre o quotidiano e o menos quotidiano
2013-12-31
2014 - Aqui vamos nós!
Hoje é aquele dia em que tradicionalmente fazemos um balanço dos últimos 365 e fazemos planos e compromissos para os próximos 365.
Cá por casa é o dia em que dizemos: já nos safamos mais um ano. E dizemos isto no melhor dos sentidos, pois foi mais um ano em que talvez não tenhamos tido tudo, tudo aquilo que queríamos, mas certamente tivemos tudo aquilo que fazia sentido e não sentimos falta de mais nada.
Para o próximo ano só espero que seja tão bom quanto este, pois se assim for será espectacular!! Tudo o que vier por acréscimo será bónus.
Por isso, 2014, espero que estejas tão preparado para nós como nós estamos para ti!
Até amanhã!!
2013-12-21
E assim se passou um ano!
Pois é! Passou a correr!
O Filipe já tem um ano:
- já gatinha
- já quase que anda
- já diz mamã e olá
- já quer comer sozinho
- já faz adeus
- já atira beijinhos
- já faz birras quando não fazemos o que ele quer
- já faz festas nos gatos (também lhes dá palmadas quando se entusiasma)
e a cada dia nos surpreende com mais uma habilidade.
Neste ano o Filipe ensinou-me que:
- o segredo da sanidade mental é a calma e o planeamento
- afinal consigo funcionar sem dormir mais de 2 horas seguidas durante meses
- o ato de comer refeições de faca e garfo sentada à mesa está sobrevalorizado
- os bebés não são assim tão complicados e até gostam de se adaptar às nossas vidas e respetivas atividades
- o melhor do mundo é receber um sorriso de orelha a orelha quando alguém nos vê logo pela manhã
Isto da maternidade tem sido um desafio, e é-o certamente para toda gente, que cada um enfrenta e desfruta à sua maneira. Não há maneiras certas nem erradas de se ser pai e mãe. A cada dia vamos fazendo o nosso melhor e lá vamos acertando e errando.
2013-12-12
Coisas da minha natureza humana #1
Não gosto de pedir ajuda!
Pronto já o disse! É um problema, mas é verdade!
Tenho a mania que consigo fazer e resolver tudo sozinha, assim como que as minhas coisas não têm importância suficiente para estar a incomodar terceiros. Vou lá agora estar a chatear os meus amigos/família com coisas minhas quando já têm a vida deles com que se preocupar.
Por outro lado, estou sempre pronta para ajudar toda a gente. Porquê? Porque acho que os outros têm tantas coisas em mãos como eu e por isso um amigo que oferece ajuda é sempre bem-vindo. Até porque eles podem não gostar de a pedir... Irónico, não?
O surpreendente é que quando me distrai-o e lá peço alguma coisa a alguém, esse alguém lá está prontamente disponível para me ajudar, sem perguntas, sem dificuldades. Simplesmente está pronto para me ajudar, tal como eu faço com ele.
Lição: tenho que me deixar de manias e perceber que pedir ajuda de vez em quando não me faz mal nenhum, nem transparece que eu não sou uma pessoa capaz. Apenas que sou uma pessoa normal, com dias que só têm 24 horas e que só tem dois braços.
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